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Indicação do Dia: Os Bridgertons 3 - Um Perfeito Cavalheiro

julia quinn, editora arqueiro

"Benedict Bridgerton era tudo que ela lera no Whistledown. Bonito, forte, educado. Era o sonho de qualquer jovem, mas não o seu, ela pensou com tristeza. Um homem daqueles não se casaria com a filha ilegítima de um conde. E com certeza, não se casaria com uma arrumadeira."


Não há palavras suficientes para descrever minha adoração por romances de época, em especial pelas histórias dessa família que a linda da Julia Quinn criou. Terminei de ler o terceiro livro duas e vinte da manhã, caindo de sono e morrendo de ansiedade de vir aqui resenhar para vocês. 
O livro é uma deliciosa adaptação do conto da Cinderela e me encantou a partir do momento que li o prólogo no final de O Visconde que me Amava (livro 2). Conta a história de Sophie, filha bastarda de um conde que foi relegada ao papel de criada pela madrasta assim que o pai faleceu. E então, ela conhece Benedict Bridgerton e se apaixonam à primeira vista. Ele sem saber sequer seu nome ou que ela é apenas uma criada; ela aproveita a noite, sabendo que jamais irá se repetir. O destino faz com que se reencontrem apenas três anos depois, quando Benedict a salva das garras de um bêbado violento, mas, para decepção de Sophie, não a reconhece. No entanto, logo se apaixona por ela de novo, sem saber que Sophie é a mulher misteriosa que tanto procura desde a noite do baile em sua casa.



Devo dizer que discordo da maioria das resenhas que li por aí em que diziam que Benedict não era tão cavalheiro assim. Fiquei encantada por ele do início ao fim, é educado, bem humorado, mas claro, possui o orgulho de todo bom cavalheiro. E às vezes, como aconteceu com Mr. Darcy de Orgulho e Preconceito, o orgulho é confundido com arrogância. As vezes em que o "Sr. Bridgerton número dois" soa rude ou descortês são compreensíveis, ou alguma de nós já presenciou um namorado totalmente calmo e compreensivo durante uma D.R? Benedict é humano, sente raiva e tem desejos como todo mundo.
A cada livro dos Bridgertons que leio fica ainda mais difícil escolher um preferido, acho que todos são maravilhosos a seu modo, já que tratam de personalidades tão diferentes, ainda que da mesma família. O que permanece em todos é o companheirismo e amor existente no núcleo dos  Bridgertons, as opiniões nada discretas de Lady Whistledown,  além do bom humor com que a autora retrata os romances na sociedade londrina. Sem falar também do perfil psicológico dos personagens, traçado de modo discreto, mas fundamental para a compreensão e desenvolvimento da história.
Nesse terceiro livro, fica mais visível o amor de Lady Violet Bridgerton por sua família e a importância que ela dá ao amor verdadeiro. Considerei também, este o mais divertido dos três, vez ou outra me pegava rindo alto das brincadeiras tiradas entre Benedict e Sophie e os irmãos Bridgertons, sempre provocando uns aos outros.
É uma leitura maravilhosa, que vai lhe divertir, lhe arrancar suspiros, algumas palavras feias pelo comportamento de Ben e lhe tirar o sono. Mas garanto que você vai adorar passar por tudo isso.
E que venha o livro do Colin, para que mais um Bridgerton conquiste meu coração e me deixe ainda mais em dúvida sobre qual deles amo mais.

{CONFIRAM A RESENHA DO LIVRO 1 - O DUQUE E EU aqui}

5 Motivos para assistir White Collar



Já cheguei a comentar sobre White Collar aqui, mas como foi breve e eu estou com saudade da série vou falar de novo e dessa vez vou convencer vocês a assistirem também. Geralmente basta apenas um motivo, porém vou citar cinco. Vem ver.

5. Foge do comum
É um seriado investigativo sim, mas não segue os padrões dos outros que existem por aí, como por exemplo CSI, Bones e outros que não lembro agora. Ele é mais leve, como o próprio nome diz, o agente Burke do FBI investiga crimes do colarinho branco, como roubo e falsificações de obras de arte, desvio de verba e coisas do tipo.

4. Série inteligente e que faz ponte com a Arte 
Procedural* óbvio e incoerente ninguém gosta né? Além de ser inteligente, White Collar ainda aborda Obras de Arte e Artistas famosos e renomados, dá até para aprender um pouquinho sobre arte com o Neal, hahaha.

* denominação dada à séries dramáticas de 1h de duração que geralmente tratam de crimes e investigações.

3. Ótima combinação entre drama e comédia
Os dramas estão relacionados, na maioria das vezes, às relações entre os personagens; os amores de Neal e sua amizade com Mozzie e Burke. A comédia se faz mais presente, mas não é aquele bestorol, nada exagerado. Humor inteligente e na dose certa.

2. Personagens carismáticos
Eu sou apaixonada pelos protagonistas da série e até por alguns coadjuvantes. É com muita luta que consigo escolher um preferido: o Mozzie, inteligente e divertido, ele sempre rouba a cena. Amo o Satchmo também, o labrador mais lindo da história dos seriados. A Elizabeth é um amor e a relação dela com o Peter é muito linda. E o Neal, ah gente, é impossível não se apaixonar pelo "cara mau".

1. Matt Bomer, seu lindo par de olhos azuis e o estilo de Neal Caffrey


motivos para assistir white collar

Geralmente eu só preciso desse argumento para convencer minhas amigas a assistir. 99% das vezes funciona, mas convenhamos né, olhem para esses lindos olhos por dez segundos e me digam se é possível não amar.

Estou hipnotizada. 

Agora que já estão encantadas devo dizer: ele é gay. Choremos juntas. Ou não. Pelo menos não vamos vê-lo acompanhado de alguma ridícula por aí e morrer de inveja né?


O seriado possui atualmente cinco temporadas e está em hiatus. Por motivos de verba (ainda não explicados de forma convincente) a sexta temporada irá ter somente seis episódios, afim de concluir a série. No Brasil é transmitida pela FOX.
Eu só tenho uma última coisa a dizer: assistam! Hahaha

Indicação do Dia: 12 Anos de Escravidão



Eu amo filmes de época; aquela arquitetura, aquelas roupas, aqueles costumes... Mas quando olhamos por outro ângulo esse tipo de história acaba "perdendo seu encanto". Acostumada com os bailes de gala e os romances entre mocinhas e nobres levei um choque de realidade ao assistir 12 Anos de Escravidão. Não que eu não conhecesse a realidade dos escravos e camadas mais pobres daquela época, mas o que aprendi nas aulas de história no colégio nem se compara ao que é mostrado no filme. 
A produção - muito bem feita por sinal - não esconde nada, mostra a realidade nua e crua dos escravos nas plantações de cana-de-açúcar, algodão e afins. Os costumes, a relação entre senhor e escravo e a vida fora da Casa Grande. Tem cenas fortes de violência e quem não tem estômago para isso melhor nem assistir.

"12 Anos de Escravidão é baseado na inacreditável verdadeira história de um homem que luta por sobrevivência e liberdade. Na época pré-Guerra Civil dos Estados Unidos, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um homem negro livre do norte de Nova York, é sequestrado e vendido como escravo. Diante da crueldade de um dono de escravos (Michael Fassbender) e de gentilezas inesperadas, Solomon luta não só para se manter vivo, mas também para manter sua dignidade. No décimo segundo ano de sua odisseia inesquecível, Solomon encontra casualmente com um abolicionista canadense (Brad Pitt), que muda sua vida para sempre." 


(Sinopse retirada do Filmow)


Não vou mentir que achei o filme cansativo às vezes e tem uns closes nas expressões dos atores que são necessários, porém achei demorado demais, enfim, ignorem essa opinião ridícula. Pode ter sido somente comigo, mas fiquei um pouco confusa também, entra e sai tanto personagem que eu não consegui associar direito (decorei mesmo o nome somente de alguns personagens que apareciam com mais frequência, hahaha Sou lerda). O elenco é maravilhoso (confesso que coloquei na lista para assistir só por causa do Benedict, mas depois das críticas e da premiação no Oscar fiquei muito animada), atuações espetaculares - principalmente da premiada Lupita Nyong'o que levou o Oscar de melhor atriz coadjuvante, do protagonista Chiwetwl Ejiofor e, deixem-me tietar um pouco, do talentoso Ben Cumberbatch que mesmo com um papel rápido estava excelente como sempre. (Não me conformo com o fato dele ter se mudado da Inglaterra para os Estados Unidos e interferido nas gravações de Sherlock para fazer papeis tão pequenos.) 
Pela tamanho e competência da produção, não foi surpresa para ninguém o prêmio de melhor filme nem o de melhor roteiro adaptado e se eu não estivesse até agora indignada com o fato do Di Caprio não ter ganho o de melhor ator diria que Ejiofor merecia muito. Ok, ele merecia, mas o Leo também! 










Eu super indico o filme, não só por todas as qualidades que já citei aqui, mas também porque vale a pena conhecer um pouco mais a fundo a escravidão, não só a de séculos passados como também a que acontece atualmente. Solomon foi sequestrado e escravizado em 1841, mas infelizmente casos semelhantes acontecem em pleno século XXI. 

Vejam o trailer: 


Quem já assistiu ao filme, o que achou? Me conta!


Indicação do Dia: LivraLivro



Para os amantes de livros como eu, hoje eu trago uma dica bem legal: o  LivraLivro.
É um site de troca de livros que eu vi no blog Cores do Dia. Eu achei a ideia muito legal e parece ser bastante confiável.
Funciona assim: você se cadastra e cria uma lista de todos os livros que você tem disponíveis para trocar e outra com os livros que você quer obter. Assim, quando houver alguma possibilidade de troca (tanto alguém querendo adquirir um livro seu, como alguém querendo trocar um dos livros que você quer obter) o site lhe manda um email avisando e você tem um prazo para aceitar ou não a troca.
A única despesa é pagar pelo envio do livro, o que nem é muito caro e quando a pessoa recebe o livro que você mandou, ela avisa lá no site e você ganha um ponto para trocar por qualquer livro que você queira (e esteja disponível). Não é legal?

Quem quiser ver os livros que disponibilizei para troca e os que quero obter basta visitar meu perfil.

E então, o que acharam da dica? Já se cadastraram?

Indicação do Dia: Celeste e Jesse Para Sempre

critica filme


Esses dias vi no blog Sem Gravidade algumas dicas de filmes e entre todos os indicados escolhi assistir Celeste e Jesse Para Sempre. É um filme que foge dos clichês e traz um assunto até meio polêmico: a amizade com a ex. 

"Celeste e Jesse se conheceram no ensino médio, se casaram jovens e estão cada vez mais distantes. Agora aos 30, Celeste é a determinada dona de uma empresa de consultoria de mídia, Jesse está novamente desempregado e não tem a menor pressa em fazer nada na vida. Celeste está convicta de que se divorciar de Jesse é a coisa certa a fazer -- ela está a caminho do topo; ele, de lugar nenhum; e se fizerem isso agora, e não mais tarde, podem continuar sendo grandes amigos. Jesse aceita passivamente a transição para a amizade, embora ele ainda seja apaixonado por ela. À medida que se adapta à realidade da separação, Celeste começa, lenta e dolorosamente, a perceber que havia sido indiferente quanto à relação e à sua decisão, que antes parecera madura e moderna, e agora parece impulsiva e egoísta. Mas seu timing com Jesse não é nada fortuito. Enquanto navegam em meio às mudanças turbulentas em suas vidas e em seus corações, os dois aprendem que a fim de amar alguém de verdade, talvez seja preciso abrir mão deles. "
Sinopse retirada do Filmow. 

É do tipo de filme que adoro, mas logo depois me odeio por adorar e aí o odeio. Depois adoro novamente. Minha relação com ele é de amor e ódio. Nesse aspecto assemelha-se a 500 Dias com Ela (veja comentário aqui). Na verdade, por fugir do clichê "felizes para sempre" temos a impressão de que não gostamos. Mas é aí que está o diferencial, o que nos prende até o último minuto.  O filme não é previsível e nos deixa sempre na dúvida sobre o que vai acontecer. Vou confessar que eu não sabia para o que torcer. 
Não há como negar que o filme é lindo e divertido, todos os personagens são tão maravilhosos que fica difícil escolher um preferido. 
É um filme que fala sobre o amor, com muito amor. Mostra que a amizade é o mais puro e forte tipo de amor, que sobrevive a tudo e a todos, porque independente de todos os acontecimentos, dúvidas e escolhas eles permaneceram sempre juntos, como verdadeiros amigos. Com Celeste e Jesse a gente aprende a libertar quem amamos e a aceitar as escolhas e amizades do outro (mesmo que sua melhor amiga seja sua ex, por mais difícil e embaraçoso que isso seja.) Aprendemos a confiar e a valorizar o que temos. 
Para quem gosta de um bom romance ou quer aprender um pouco mais sobre relacionamentos vale super a pena assistir. 


Confiram o trailer: 


Não esqueçam de me contar o que acharam e de me adicionar no Filmow

Indicação do Dia: Oscar 2014 - Primeiras Impressões

trapaça, blue jasmine, o lobo de wall streat


Trapaça (American Hustle)
Indicado à: Melhor Filme, Melhor Ator (Christian Bale), Melhor Atriz (Amy Adams), Diretor (David O. Russell), Roteiro Original, Ator Coadjuvante (Bradley Cooper), Atriz Coadjuvante (Jennifer Lawrence), Direção de Arte, Montagem e Figurino.

Foram as duas horas e dez mais longas da minha vida! O filme é entediante, começa a ficar interessante já na última meia hora. Elenco muito bom, atuações idem. Se existe algum humor no filme deve-se à personagem de Jennifer Lawrence; Amy Adams está maravilhosa e o Bale não fica atrás. Bradley Cooper, porém não me chamou a menor atenção, nem mesmo pela beleza (que foi totalmente escondida atrás da barba e desses cachos ridículos).
O roteiro é até interessante, mas não gerou um resultado assim tão bom.
O filme mais parece um desfile de moda dos anos 70 (merecido a indicação à figurino). O que me ajudou a assistir até o final foi a trilha sonora.
Não merece as dez indicações que recebeu e muito menos o status que adquiriu. Filme superestimado.


Blue Jasmine
Indicado à: Melhor Atriz (Cate Blanchett), Roteiro Original e Atriz Coadjuvante (Sally Hawkings).

Mediano, mas merece as indicações que recebeu. A atuação de Cate Blanchett está maravilhosa, há quem diga que ela carregou o filme nas costas, o que não deixa de ser verdade. Achei um pouco entediante e confesso que fiquei um pouco decepcionada no final, achei que o roteiro poderia ter sido melhor desenvolvido. Há todo um psicológico a ser trabalhado na personagem principal, mas no entanto, ele é apenas apresentado, não é explorado a fundo. Acredito que uma ênfase maior a isso teria dado outra cara ao filme que, ao meu ver, ficou meio vago.


Ela (Her)
Indicado à: Melhor Filme, Melhor Roteiro, Canção Original, Melhor Direção de Arte e Trilha Sonora. 

Finalmente um que não me fez morrer de tédio! Roteiro interessantíssimo, indicação mais do que merecida. Á primeira vista parece uma grande viagem e juro que esperava um filme totalmente sem noção, o cara se apaixona por uma máquina, qual é?! Mas na verdade é lindo, emociona e até diverte vez ou outra. Aborda o amor e a solidão comuns nos dias de hoje de uma forma brilhante. Scarlett Johansson está encantadora nesse filme e não precisou mais do que a voz para isso. A atuação de Phoenix também merece destaque, afinal não deve ser fácil interagir com o "nada". E estou torcendo para levar o prêmio de Melhor Canção Original, porque que música mais linda!





Álbum de Família (August Osage County)
Indicado à: Melhor Atriz (Meryl Streep) e Atriz Coadjuvante (Julia Roberts)

Maravilhoso. Meryl Streep provou que pode ser além de fantástica nesse filme, que atuação perfeita! (O Oscar já é dela, por favor!) Meu santo nunca bateu com o da Júlia Roberts, mas tenho que admitir que a atuação dela nesse filme realmente mereceu a indicação. E esse Benedict, gente? Papel sem muito destaque, mas suficiente para mostrar o talento que esse rapaz tem de sobra (além de ser excelente ator - dá pra ver em Sherlock - ainda toca piano e canta, muito amor!) O elenco é de primeira e o roteiro maravilhoso, dramas familiares são sempre interessantíssimos de ver, sempre nos identificamos um pouquinho que seja. É emocionante e vou confessar  que teve cenas engraçadas, a do jantar foi espetacular! Se tivesse um Oscar para melhor cena, com certeza Álbum de Família iria levar.


O Lobo de Wall Street (The Wolf Of Wall Street)
Indicado à: Melhor Filme, Melhor Ator (Leonardo DiCaprio), Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado e Ator Coadjuvante (Jonah Hill).

Muito bom. Tudo nesse filme foi minimamente planejado e o resultado  não poderia ser outro. Nada acontece por acaso, nem mesmo o excesso de drogas e sexo. É um filme longo, mas que não lhe faz querer sair correndo do cinema, na verdade nem vi o tempo passar. É divertido, inteligente. Indicações mais do que merecidas, qualquer um que consiga fazer um filme de três horas de duração não ser cansativo merece pelo menos uma indicação. Leonardo Di Caprio está excelente, esse Oscar tem que ser dele, por favor!



Meu Malvado Favorito 2 está concorrendo a duas categorias e a torcida é para que vença as duas, é impossível não amar esse filme!

E vocês, já assistiram algum desses, o que acharam? Sinto que vou apanhar pela minha crítica à Trapaça, mas enfim... HAHAHA
Não esqueçam de me adicionar no Filmow :)






Indicação do Dia: Séries para passar o tempo

friends, new girl, white collar, house


As vezes a gente está de bobeira, dando um tempo nos estudos ou tentando sobreviver ao tédio de domingo e não sabe o que fazer, por isso hoje eu vou mostrar algumas séries conhecidas que podem ser vistas de forma aleatória, quando você quer apenas assistir algo legal para passar o tempo sem interesse de acompanhar o desenrolar da história. Se você não tiver tv a cabo, a maioria deles está no Netflix e também dá para assistir online na hora que quiser.
A maioria dos seriados que se encaixam nessa categoria são os investigativas tipo CSI e Bones ou os de comédia como Simpsons, Modern Family e etc. Mas vou mostrar os meus preferidos.





Friends 
Warner. 
Essa já é clássica, é possível não amar esses seis? E podem vir com suas The Big Ban Theory e Two And a Half Man, nenhuma supera Friends, não para mim. Perdi a conta de quantas e quantas vezes estava sem nada para fazer e coloquei na Warner só para rir desses amigos. Ao longo das dez temporadas é possível assistir os episódios de forma aleatória e se divertir em cada um deles. Claro que acompanhar a ordem dos fatos e entender melhor o relacionamento conturbado de Rachel e Ross e as nem tão brilhantes atuações de Joey é muito mais interessante, mas isso não nos impede de ligar na Warner sempre que tiver um tempinho sobrando.



Todo Mundo Odeia o Chris
Record/TBS
Essa eu não preciso nem comentar, né? A verdade é que todo mundo ama o Chris e já sabe os episódios decorados, pelo menos eu sei e não canso de assistir. Eu tinha um professor de História que era fã do seriado, a teoria dele era de que, sem nem perceber, aprendemos muita coisa sobre os Estados Unidos assistindo as aventuras de Chris no Brooklyn. O que não deixa de ser verdade, afinal, quantos de nós já não conhecia Martin Luther King antes mesmo das aulas de história?



House
Universal.
Todo mundo morre, todo mundo mente e todo mundo ama o doutor Gregory House. Ou não? Eu era viciada nessa série, quase me fez querer ser médica. A inteligência, o charme e a ironia do House me fizeram acompanhar episódio por episódio até a terceira temporada, depois o tempo foi se tornando escasso e passei a assistir aleatoriamente sempre que podia. A cada episódio um caso que intriga nossa inteligência. É uma série que faz pensar, ao mesmo tempo que emociona e diverte.



New Girl 
Fox.
Jess e seus companheiros de apartamento são uma ótima opção para um domingo (ou pelo menos melhor que a programação da TV aberta e a cabo). Zooey Deschanel interpreta uma professora com uns parafusos a menos e só eu acho que esse papel combina muito com ela? É uma série mediana, que faz rir, ótima para espantar o tédio.



White Collar
Fox
Há tempos que queria falar de White Collar aqui, por ser uma série investigativa diferente das demais, pois é mais leve já que traz crimes do colarinho branco, como desvio de dinheiro, falsificações e roubos de obra de artes. Essa eu assisto seguindo a ordem cronológica, mas dá para ver de forma aleatória (pelo menos as duas primeiras temporadas). Eu seria hipócrita se não falasse do Matt Bomer e seus lindos olhos azuis, torna-se impossível não se apaixonar pelo "cara mau". O mozzie, sem dúvida alguma, consegue roubar a cena. Sem falar do Satchmo, o labrador do "casal engravatado" Peter e Elizabeth, que é uma graça. Eu poderia fazer um post inteiro só para falar do meu amor por White Collar, que apesar de não ser uma série grande e com muitos fãs, me conquistou ainda na propaganda.




Indicação do Dia: Boyce Avenue



Para quem gosta de um bom cover eu lhes apresento Boyce Avenue, banda norte americana formada na Flórida por dois irmãos e um amigo.
Eu sempre preferi as versões acústicas e fiquei simplesmente viciada nesses meninos assim que meu namorado me mostrou o trabalho deles no youtube, já há algum tempo. Resultado: comecei a acompanhar o canal no YouTube e baixei um monte de músicas pro meu celular.
Os rapazes realmente tem muito talento e não foi a toa que logo no primeiro show, ainda na escola, tiveram um público de 350 pessoas. (Eu já me apresentei na escola várias vezes e nunca tive um público de sei lá, mais de 90 pessoas, sendo grande parte delas obrigadas a estarem lá. Enfim.)
Agora, com uma ajudinha da Wikipédia, vamos conhecer um pouco da trajetória dos meninos da Boyce Avenue:

"Em Outubro de 2006 e nos meses seguintes, a banda gravou os seus primeiros três singles na Nickel e Dime Studios.  Em 2007 e 2008, o Boyce Avenue foi honrado em várias competições de composição de músicas julgados por muitos bem sucedidos e famosos artistas musicais, profissionais e executivos. Em fevereiro de 2009, a banda assinou com a Universal Republic e fez sua primeira turnê internacional pelas Filipinas. E em setembro e outubro de 2009 fizeram uma turnê pela Europa, incluindo datas no Reino Unido, Irlanda, Alemanha, Bélgica e França. Em 2011, Boyce Avenue fez uma turnê mundial nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Europa."

E só para dar um gostinho de quero mais, alguns videos: 






Indicação do Dia: Alex & Sierra (e Jeff Gut)



Romântica incurável e crítica apaixonada por música vi a combinação perfeita nesses dois. Passei por cima de todo meu ciúme para vir mostrar o meu casal para vocês, então lembrem-se, antes de vocês se apaixonarem eles já eram meus!
Não precisaram nem abrir a boca para me conquistar, os olhares que eles trocaram já foram suficientes. Eu não gosto da Britney Spears, mas foi impossível não amar a versão que eles cantaram de Toxic. Pronto, já eram meus favoritos antes mesmo de terminar a audição. 
Alex é um príncipe. Lindo, simpático, amoroso, toca violão, piano, bateria e o que mais colocar na frente dele, além de ter uma voz sensacional e me lembrar muito o Jason Mraz, que eu adoro. (E ele também é fã!)
A Sierra é meio tímida e por cantar profissionalmente há pouco tempo é insegura, apesar de cantar muito. Mas quando ela olha pro Alex ela se renova. E isso é lindo! 
Mas muito mais do que um casal bonito e apaixonado eles são extremamente talentosos (não foi a toa que ganharam o programa), e isso ficava visível a cada apresentação completamente inédita. Sim, inédita. Porque apesar de manter o estilo acústico repleto de romantismo, olho no olho e sorrisos apaixonados de todas as apresentações, eles davam uma cara totalmente nova à música, criando versões simplesmente maravilhosas e apaixonantes. 
O amor deles é contagiante! Um sorriso bobo surgia em meu rosto toda vez que eles subiam no palco. Me chamem do que quiserem, mas é verdade. 

Audição: Toxic - Britney Spers

 I Knew You Were Trouble - Taylor Swift
Essa eu não reconheci de tão melhor que ficou se comparada à original (desculpem fãs da Swift) É a minha preferida.

Say Something - A Great Big World
                                         

The Best Song Ever - One Direction

                                          


É muito amor, gente! Agora, por favor, casem e venham logo pro Brasil, seus lindos!

* Eu sei que o post é sobre esse casal lindo, mas deem uma olhada nos vídeos do Jeff Gut também, o cara é um batalhador e arrasa. Apesar de todo meu amor por Alex e Sierra minha torcida era pra ele. Não chegou nem entre o top 50 da primeira vez, tentou de novo, garantiu o segundo lugar e espero sinceramente que não pare por aí. *


Indicação do Dia: Sherlock


O detetive mais famoso mundialmente sai mais uma vez das páginas da Obra do médico e escritor inglês Sir Arthur Conan para a televisão. O personagem de Sherlock Holmes que já inspirou séries como Elementary e House agora foi adaptado para a Londres do século XXI nessa série da BBC. E que excelente roteiro, devo dizer. 
É uma série extremamente inteligente, planejada em cada pequeno detalhe que fazem toda a diferença. O elenco é de uma competência admirável, com um parabéns especial para Benedict Cumberbatch, o nosso Sherlock, sempre acompanhado pelo fiel Dr. Watson (Martin Freeman). A atuação dele é incrível, devo dizer que sou fã dos olhares que ele dá, meio louco, aproximando ainda mais o personagem do descrito no livro. 
Comparado aos filmes e às interpretações dos queridíssimos Robert Downey Jr e Jude Law percebemos o quanto as duas produções são diferentes, cada uma envolvente e apaixonante a sua maneira. É perfeitamente possível gostar das duas, até porque não cabe a mim discutir o talento de nenhum desses grande quatro atores. (sou fã do Robert, não tem como não amar). 
As reclamações mais frequentes e sem cabimento estão relacionadas a duração dos episódios que é de aproximadamente uma hora e meia. Eu particularmente vejo esse detalhe como o diferencial da série e é o que a torna ainda mais interessante, é o tempo perfeito para o desenrolar dos acontecimentos. O fato de cada episódio ser um filme (e nem um pouco cansativo) só faz dessa série a melhor desse universo investigativo, na minha humilde opinião.
Se há um defeito? Talvez o fato de só terem três episódios por temporada, mas imagino o trabalho que deve ser fazer um. Porém no final uma recompensa: a qualidade surpreendente a cada novo episódio.
Abrirei um parênteses para a opinião do meu namorado, Bruno Britto, um crítico quanto ao meu gosto para seriados: "Sherlock é uma série bem fiel a obra original. O ator Benedict Cumberbatch interpreta o detetive de maneira bem peculiar, porém extremamente eficiente, demonstrando um lado mais engenhoso de Sherlock. Watson, interpretado por Freeman, o Bilbo na obra de Tolkien, é um show a parte, sendo muito querido pelos fãs, atraídos por seu carisma, removendo a imagem de galã do personagem deixada por Jude Law." Visto que eu e meu namorado raramente compartilhamos da mesma opinião em relação a séries, Sherlock está mais do que aprovada HAHAHA.


Indicação do Dia: Reign


Pela primeira vez trago para vocês uma indicação de série. Acredito que todos já conheçam o excelente trabalho da CW e sem dúvida se tornou fã de alguma(s) de suas séries, entre elas estão Supernatural, The Vampire Diaries, The Originals e mais recentemente, Reign.
A série traz uma adaptação cheia de romance e mistério da história de Mary Stuart, rainha da Escócia, noiva desde os seis anos de idade do Príncipe Francis, primogênito legítimo do Rei Henrique VIII da França. O noivado tinha como objetivo uma aliança entre os dois países contra a grande potência Inglaterra.
No primeiro episódio conhecemos um pouco os personagens, o Rei sempre acompanhado de sua amante Diana, a dupla do mal rainha Catherine e seu fiel subordinado Nostradamus, as amigas e damas de companhia de Mary, Francis e seu meio-irmão Sebastian. A impressão que temos é de que irá surgir um triângulo amoroso bem interessante.
A CW nos apresenta um pedaço da juventude da rainha na França à espera de seu casamento com Francis em meio a conspirações e jogos de poder. O elemento surpresa talvez seja a marca registrada da emissora: o sobrenatural, já que há pelos corredores e passagens secretas do castelo uma espécie de "fantasma" disposto a salvar a vida de Mary, frequentemente ameaçada por sua futura sogra.
O fato de ser uma produção de época e ter uma base histórica já me agradou logo de cara, claro. Porém a produção peca no quesito figurino. Eles são lindos, sim. Mary e suas amigas desfilam modelitos maravilhosos pelo castelo, mas muito moderninhos na minha opinião. Braços e ombros a mostra eram uma afronta naquela época! Entretanto, prefiro interpretar essa "falha" como uma licença poética, já que assim como todas as produções da CW, esta também é voltada para o público jovem.
Lançada em outubro nos Estados Unidos, a série ainda não tem data para chegar ao Brasil, mas quem se interessar já pode ir acompanhando os sete primeiros episódios pela internet. Eu estou no quarto ainda, mas ansiosa pelo resto da temporada.


Indicação do dia: Os Bridgertons - O Duque e Eu


Minha relação com esse livro foi amor à primeira vista, bati o olho na capa e me apaixonei. Todo mundo aqui sabe o quanto sou encantada por romances de época, então não é difícil imaginar o quanto fiquei louca para tê-lo.
Boatos de que a autora, Júlia Quinn, é a Jane Austen contemporânea me influenciaram ainda mais, afinal eu tinha que conferir a procedência de tais comentários. Comprei. 
A coleção possui oito livros (somente dois foram traduzidos para o português até agora) e cada um conta a história de um dos irmãos Bridgertons. O primeiro, "O Duque e Eu", traz a história de Daphne, a quarta irmã e mais velha das moças. 
Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, retorna a  Londres mas pretende livrar-se de todas as mães da sociedade e sua busca incessante por um bom partido para suas filhas. Sem planos de casamento, Simon precisa de um plano infalível e é aí que entra Daphne, irmã mais nova de seu melhor amigo. A ideia do duque é fingir que a corteja e assim afastar as jovens obcecadas por um marido e, de uma tacada só, atrair vários pretendentes para Daphne (afinal, se um duque está interessado nela alguns atrativos ela deve ter). 
O resultado vocês já devem saber, eles acabam se apaixonando e é só aí que a história de fato começa. 
Júlia Quinn fala sobre o poder do amor com senso de humor e sensibilidade, prendendo o leitor do início ao fim e deixando um gostinho de quero mais. 
Não sei se é minha fixação por romances de época, o excelente trabalho de Quinn ou tudo junto, mas li o livro inteiro em menos de 24 horas e já comprei o segundo. E se a Arqueiro demorar para lançar os próximos aqui no Brasil creio que terei de abusar das minhas noções básicas de inglês e traduzir eu mesma! 

{VEJA A RESENHA DO LIVRO 3 - UM PERFEITO CAVALHEIRO aqui}

Indicação do Dia: Romances de Época


Continuando as indicações do mês, o gênero da vez é filmes de época. Não sei se agrada a vocês, mas eu sempre fui apaixonada por coisas de época; as roupas, os costumes, os romances! Aqui estão os meus preferidos.
(Muito amor por Jane Austen ♥)

Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice - 2005)
Esse é um clássico de Jane Austen, conta a história das cinco irmãs Bennet na Inglaterra de 1797, criadas por uma mãe cujo único objetivo era encontrar para as filhas maridos que lhes garantissem um bom futuro ($$). Mas Elizabeth possui ambições diferentes, seus desejos vão muito mais além do que dedicar sua vida a um marido. Quando o esnobe Sr. Darcy chega na cidade as discussões se tornam frequentes. 
O filme é lindo, apaixonante. Elizabeth me inspira! 



Desejo e Reparação (Atonement - 2007)

Vou logo avisando que essa história não se encaixa na categoria "felizes para sempre", é um drama de roteiro e atuações impecáveis. Ás vezes é de apertar o coração, angustiante. A personagem principal, que coincidentemente, tem meu nome, é de uma força e um amor sem limites. 
O enredo se dá quando Briony, aos 13 anos, usa sua imaginação de escritora principiante para acusar Robbie Turner, o filho do caseiro e amante da sua irmã mais velha Cecília, de um crime que ele não cometeu. Tal situação acaba gerando mudanças terríveis na vida dos dois. 



Amor e Inocência (Becoming Jane - 2007)

Esse filme traz parte da biografia da escritora inglesa Jane Austen, (interpretada pela linda, maravilhosa e talentosa Anne Hathaway). Como todas as moças da época, seus pais querem casá-la com um homem rico que possa tirar a família da situação financeira ruim na qual estão vivendo, mas Jane quer viver da sua escrita ao lado do inteligente e arrogante Tom Lefroy. 
O filme retrata o amor impossível de uma forma que eu nunca havia visto em nenhum outro filme. Chorei várias vezes, é realmente emocionante. 



Histeria (Hysteria - 2011) 

Vamos falar de história, a história do surgimento do vibrador! Hahahahaha, calma, gente, não é isso que vocês estão pensando. Está bem, é sim isso que vocês estão pensando, mas ao contrário do que o título ou a sinopse sugerem, o filme não é proibido para menores ou coisa do tipo, hahahaha. É uma comédia romântica (de época!) leve e bem curiosa. 
Se vocês pesquisarem vão descobrir que de fato a palavra histeria estava associada à um mal que afligia a maioria das mulheres na Londres vitoriana, e o fofo do Hugh Dancy é quem interpreta o dedicado médico que vai descobrir a "cura" para a "doença". 
Na realidade o filme é bem divertido e agradável, vale a pena conferir. 




Anna Karenina - 2012
Esse filme é uma obra de arte completa! O que me deixou encantada por ele foi a teatralidade presente nos cenários, gestos e danças, me senti no teatro! Com um elenco de primeira, a trama conta a história da aristocrata Anna karenina que, apesar de possuir beleza, riqueza, popularidade, um marido e um filho amado, ainda se sente vazia, até se apaixonar pelo Conde Vronsky.
Achei o filme cansativo algumas vezes, mas não dava pra ser perfeito né? 




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Estou no FILMOW, adiciona lá! =) 




Indicação do Dia: Filmes de Romance


Não sei vocês, mas eu já estou em clima de férias e o que mais tenho feito esses dias é assistir filme. Esse mês vou tentar selecionar os que mais gostei de cada gênero pra sugerir pra vocês. Hoje vamos aos romances. Tentei evitar os tradicionais, mostrar o que há de novo, embora não tenha conseguido deixar alguns de fora. 
Por falar em filme, quem tem conta no filmow pode me adicionar lá! =) 

 Porto Seguro (Safe Heaven - 2013)


Esse é um romance dentro dos padrões, açucarado. Mas o diferencial dele, é o mistério que traz e que nos prende até o final, embora eu tenha desvendado ainda no meio do filme. Katie se muda para Sothport, onde conhece Alex, viúvo, pai de dois filhos e Jo, que se torna sua amiga. Katie tem um passado misterioso que acaba complicando sua relação com Alex e sua família. 


                                       



 Amor e outras drogas (Love and Other Drugs - 2011) 

O mulherengo que se apaixona pela mocinha doente, seria Um Amor Para Recordar? Não, em Amor e Outras Drogas Jamie Randall, em uma de suas abordagens à médicos para que eles prescrevam seus remédios, conhece Maggie Murdock. Os dois se apaixonam, mas Magg tenta lutar contra esse amor, pois sofre de mal de Parkinson. 
O bonito do filme não é a luta contra o sentimento, mas sim, a esperança de Jamie em encontrar a cura para a doença de Maggie. Ele não apenas se entrega a esse amor, como luta para ver a amada bem e feliz. 
Ah, e eu falei que quem interpreta a Maggie é Anne Hathwhay? Só eu acho que ela se garante em tudo que faz? 



O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook - 2012) 

Depois de perder tudo, Pat fica oito meses internado em um sanatório, ao sair, ele se vê disposto a reconquistar tudo, começando pela esposa, mas seus planos muda ao conhcer Tiffany. 
De fato me surpreendi com esse filme, não esperava que fosse tão bom. Não é a toa que teve oito indicações ao Oscar. Sem falar de Bradley Cooper, que saiu da sua zona de conforto, fez um papel diferente do que já estava acostumado e se saiu muito bem. O filme nos emociona, nos diverte e no faz refletir ao mesmo tempo. Que o elenco é super competente ninguém discorda né? 


500 Dias com Ela (500 Days Of Summer - 2009) 

Esqueça tudo que sabe sobre romances e finais felizes, esse filme vai te mostrar uma outra versão. Quando assisti pela primeira vez senti raiva de Summer, acho que qualquer um que esteja acostumados com romances clichês vai sentir isso, mas quando assisti de novo mudei de opinião; as coisas acontecem exatamente como deveriam acontecer, porque é necessário que aconteçam. Tom relembra os dias que passou com Summer para tentar descobrir o que deu errado no relacionamento e acaba descobrindo suas verdadeiras paixões e objetivos na vida. Roteiro, atuação, trilha sonora, tudo maravilhoso.



Por Amor e Honra (Love and Honor - 2013) 

O filme tenta retratar uma história de amor que tem como plano de fundo a Guerra do Vietnã, mas acaba tomando outro rumo. O roteiro é falho, não consegue transmitir o que realmente gostaria, mas foi isso que gostei, acho que se o objetivo tivesse realmente sido alcançado não teria me afeiçoado ao filme. Traz um pouco da história dos EUA de uma forma que desmente o que muitos de nós aprendemos. A mensagem que o filme procura mostrar é muito bonita e o final, na minha opinião, foi a melhor parte do filme. 


Adam (Adam - 2009) 

Adam é um jovem meigo, simpático e extremamente inteligente, mas com dificuldade de se relacionar com as pessoas; ele sofre da Síndrome de Asperger. Após perder o pai e o emprego, ele faz amizade com a vizinha Beth e se descobre bem mais forte e capaz do que imaginava. 
É o filme mais fofo, sensível e apaixonante que já vi. O romance retratado é puro, verdadeiro; diferente da maioria que estamos acostumados a ver. Bonito ver a força que o amor possui. Muito, muito lindo!

(Desculpem, mas não encontrei o trailer legendado) 


Indicação do dia: "Across the Universe"



A dica de hoje é pra quem assim como eu curte um bom filme e uma boa música. O filme  "Across the Universe" é um musical que retrata os anos 1960, com suas lutas, guerras e paixões, através da obra dos Beatles. 
Jude (Jim Sturgess - "One Day") sai de Liverpool e vai até os Estados Unidos em busca de seu pai. Lá ele conhece Max que acaba se tornando seu melhor amigo se apaixona por sua irmã Lucy
Lucy se envolve com movimentos de contra-cultura e protestos contra a Guerra do Vietnão, o que acaba trazendo dificuldades para o relacionamento dos dois. 
Além da excelente trilha sonora e os fatos históricos que compõem o filme, algumas curiosidades me fizeram ir atrás dele, como por exemplo o fato de 90% das músicas terem sido gravadas ao vivo nos sets de filmagem, sem dublagem feita em estúdio, isso com certeza deixa qualquer músico aspirante a músico curioso e empolgado Hahahaha

Então está dada a dica, para os fãs de musicais, dos Beatles e até mesmo pra quem só quer curtir um filme no final de semana. =) 



 
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